segunda-feira, 27 de agosto de 2018




11º Congresso Paulista de Infectologia: 17 a 20 de outubro de 2018

Evento que será realizado no centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, vai contar com palestras e debates atuais de infectologia com palestrantes nacionais e internacionais, considerados referências na especialidade.


Para mais informações acesse:

quarta-feira, 25 de julho de 2018


Campanha Julho Amarelo de Testagem de Hepatite C e Aconselhamento para Prevenção de Hepatites Virais

São Carlos



CAMPANHA DE TESTAGEM DE HEPATITE C EM São Carlos. Coordenação Centro de Atendimento de Infecções Crônicas de São Carlos e da VIGEP São Carlos. Colaboração Liga de Infectologia da UFSCar

Dia 25/07/2018 - Fundação Educacional de São Carlos (FESC I) das 08:00 - 15:00 - acesso direto

Dia 27/07/2018 - Unidades Básicas de Saúde (Vila Isabel, Santa Felícia, Aracy e Vila São José) das 08:00 às 15:00 - acesso direto

Dias 26 e 27/07/2018 no Hospital Universitário Prof. Dr. Horácio Carlos Panepucci (HU) da UFSCar, por agendamento pelo telefone (16) 3509-2408 ou pelo e-mail isabella.bomfim@ebserh.gov.br.


sexta-feira, 20 de abril de 2018



Pint of Science São Carlos 2018

Febre Amarela, vacina e mosquito: verdade ou mito?

Um bate-papo sobre febre amarela e outras arboviroses, vacinas e mosquitos, e sobre como a tecnologia pode nos ajudar a enfrentar esses desafios.


LOCAL: WEST BROTHERS
Av. Trabalhador São-carlense, 964, Parque Arnold Schimidt, São Carlos


A liga de infectologia espera a todos lá.

Link com detalhes dessa e de outras atrações do Pint of Science - São Carlos: http://pintofscience.com.br/event/febre-amarela-vacina-mosquito

domingo, 25 de março de 2018


Situação Epidemiológica no Estado de São Paulo

FONTE: Boletim Epidemiológico
CVE/CCD/SES-SP
19/03/2018


Desde janeiro de 2017 foram reportados 1151 casos suspeitos de febre amarela, sendo 388 (33,7%) casos confirmados, com 341 (87,9%) casos autóctones e 43 (11,1%) importados. Dos 341 casos autóctones, 123 evoluíram para o óbito, com letalidade de 36,1%. A maioria dos casos é do sexo masculino (80,9%) e a mediana da idade é de 43 anos (2 – 89 anos).

Em relação à distribuição geográfica, no período de julho de 2017 até o momento, os casos ocorreram com local provável de infecção na Capital e em municípios do GVE Campinas, GVE de Osasco, GVE de Sorocaba, da Grande São Paulo e começaram a ocorrer casos na baixada Santista e nos GVEs de Registro, São João da Boa Vista e São José dos Campos (Figura 1 e Gráfico 1).

Figura 1. Distribuição dos casos de Febre Amarela autóctones segundo município de infecção. Estado de São Paulo, 2017-2018.



Gráfico 1. Distribuição dos casos e óbitos de febre amarela (autóctones e importados) segundo Semana Epidemiológica. Estado de São Paulo, 2017-201





Foram confirmados 43 casos importados, com local provável de infecção principalmente Minas Gerais; a partir da SE 1/2018, também foram confirmados um caso com residência em Poço Fundo (MG) e outro em Gaspar (SC), ambos com local provável de infecção (LPI) em Mairiporã (SP), um caso com residência no Rio de Janeiro e LPI em Atibaia e outro com residência em Curitiba (PR) e LPI em Itariri.

Em relação à ocorrência de Febre Amarela em Primatas Não Humanos (PNH), a partir de Julho de 2016, tivemos notificações em 255 municípios e, desses, 67 confirmaram a circulação do vírus (Figura 2)

Figura 2. Distribuição de Primatas Não Humanos Notificados segundo município de ocorrência e classificação. Estado de São Paulo, 2017-2018







terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Situação Epidemiológica da Febre Amarela no estado de São Paulo

FONTE: Boletim Epidemiológico
CVE/CCD/SES-SP
05/02/2018


Desde  janeiro  de  2017 foram  reportados 501 casos  suspeitos de febre amarela,  sendo 195 (45,3 %) casos confirmados; dos casos confirmados, 161 autóctones (82,6%) e 32 importados (16,4%).
Dos 161 casos  autóctones, 59  evoluíram  para o óbito, com letalidade  de 36,6%. A maioria dos casos é do sexo masculino (82,6 %) e a mediana da idade é de 43,4 anos (2–89 anos).

Em relação à distribuição geográfica, no período de julho de 2017 até o momento, todos os casos ocorreram com local provável de infecção em municípios do GVE Campinas, GVE de Osasco, GVE de Sorocaba e da Grande São Paulo (Figura 1).

Figura 1. Distribuição dos casos de febre amarela autóctones segundo município de infecção. Estado de São Paulo, 2017-2018




Foram confirmados 31 casos importados, todos com local provável de infecção em Minas Gerais; a partir da semana epidemiológica 1 de 2018, também foram confirmados um caso com residência em Poço Fundo (MG) e outro em Gaspar (SC), ambos com local provável de infecção em Mairiporã (SP) (Gráfico 1).

Gráfico 1. Distribuição dos casos e óbitos de febre amarela (autóctones e importados) segundo Semana Epidemiológica. Estado de São Paulo, 2017-2018

 


Em relação à ocorrência de Febre Amarela em Primatas Não Humanos (PNH), a partir de Julho de 2016, tivemos notificações em 253 municípios e, desses, 58 confirmaram a circulação do vírus (Figura 2).

Figura 2. Distribuição de PNH notificados segundo município de ocorrência e classificação. Estado de São Paulo, 2017-2018

FONTE:

http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-de-transmissao-por-vetores-e-zoonoses/doc/famarela/fa18_boletim_epid_0502.pdf




terça-feira, 30 de janeiro de 2018


Efeitos adversos da vacina contra dengue e novas tecnologias


Duas novas vacinas contra dengue estão em fase final de desenvolvimento, uma produzida pelo Instituto Butantan (TV003 TV005) e outra produzida pela Takeda Pharmaceuticals (TAK-003); ambas em parceria com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH). Procuram-se alternativas mais seguras de vacina.

A Sanofi-Aventis revelou em novembro de 2017 que a Dengvaxia, a primeira vacina produzida contra dengue no mundo, poderia aumentar o risco de doença grave em indivíduos nunca expostos ao vírus. Essa notícia provocou tumulto nas Filipinas, onde mais de 800 mil crianças foram vacinadas.



terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Situação Epidemiológica da Febre Amarela no estado de São Paulo

FONTE: Boletim Epidemiológico
CVE/CCD/SES-SP
22/01/201


Desde janeiro de 2017 foram reportados 250 casos suspeitos de Febre Amarela no estado de São Paulo,sendo 111 (44,4%) casos confirmados; dos casos confirmados, 80 autóctones (72,1%) e 30 importados (27,0%).

Em relação aos 80 casos autóctones, 35 evoluíram para o óbito, com letalidade de 43,7%. A maioria dos casos é do sexo masculino (86,2 %) e a mediana da idade é de 47,2 anos (2– 89 anos).

Em   relação   à   distribuição   geográfica, nove casos   ocorreram em áreas com recomendação de  vacina  contra  Febre  Amarela e 71 casos em  áreas sem  recomendação,  com  aumento  do número de  casos a  partir da semana epidemiológica (SE)  11, quando  a transmissão atinge  a Regional de  Saúde de Campinas. A  partir  da SE 38 foram confirmados casos com local provável de infecção  os
municípios  de  Itatiba,  Jundiaí, Mairiporã, Nazaré Paulista  e Caieiras
(Figura 1 e Gráfico 1).

Figura 1. Distribuição dos casos de Febre Amarela autóctones segundo município de infecção. Estado de São Paulo, 2017-2018

 

Gráfico 1. Distribuição dos casos e óbitos de Febre Amarela autóctone segundo Semana Epidemiológica. Estado de São Paulo, 2017-2018



Em relação aos casos importados, foram confirmados 30 casos, todos com local provável de infecção em Minas Gerais; também foi confirmado um caso com residência em Poço Fundo (MG) e local provável de infecção Mairiporã (SP).

Em relaçãà ocorrência de Febre Amarela em Primatas Não Humanos (PNH), a partir de Julho de 2016, tivemos notificações em 253 municípios e, desses, 55 confirmaram a circulação do vírus (Figura 2)

Figura 2. Distribuição de PNH notificados segundo município de ocorrênciae classificação. Estado de São Paulo, 2017-2018




FONTE: http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-de-transmissao-por-vetores-e-zoonoses/doc/famarela/fa18_boletim_epid_2201.pdf