sexta-feira, 20 de abril de 2018



Pint of Science São Carlos 2018

Febre Amarela, vacina e mosquito: verdade ou mito?

Um bate-papo sobre febre amarela e outras arboviroses, vacinas e mosquitos, e sobre como a tecnologia pode nos ajudar a enfrentar esses desafios.


LOCAL: WEST BROTHERS
Av. Trabalhador São-carlense, 964, Parque Arnold Schimidt, São Carlos


A liga de infectologia espera a todos lá.

Link com detalhes dessa e de outras atrações do Pint of Science - São Carlos: http://pintofscience.com.br/event/febre-amarela-vacina-mosquito

domingo, 25 de março de 2018


Situação Epidemiológica no Estado de São Paulo

FONTE: Boletim Epidemiológico
CVE/CCD/SES-SP
19/03/2018


Desde janeiro de 2017 foram reportados 1151 casos suspeitos de febre amarela, sendo 388 (33,7%) casos confirmados, com 341 (87,9%) casos autóctones e 43 (11,1%) importados. Dos 341 casos autóctones, 123 evoluíram para o óbito, com letalidade de 36,1%. A maioria dos casos é do sexo masculino (80,9%) e a mediana da idade é de 43 anos (2 – 89 anos).

Em relação à distribuição geográfica, no período de julho de 2017 até o momento, os casos ocorreram com local provável de infecção na Capital e em municípios do GVE Campinas, GVE de Osasco, GVE de Sorocaba, da Grande São Paulo e começaram a ocorrer casos na baixada Santista e nos GVEs de Registro, São João da Boa Vista e São José dos Campos (Figura 1 e Gráfico 1).

Figura 1. Distribuição dos casos de Febre Amarela autóctones segundo município de infecção. Estado de São Paulo, 2017-2018.



Gráfico 1. Distribuição dos casos e óbitos de febre amarela (autóctones e importados) segundo Semana Epidemiológica. Estado de São Paulo, 2017-201





Foram confirmados 43 casos importados, com local provável de infecção principalmente Minas Gerais; a partir da SE 1/2018, também foram confirmados um caso com residência em Poço Fundo (MG) e outro em Gaspar (SC), ambos com local provável de infecção (LPI) em Mairiporã (SP), um caso com residência no Rio de Janeiro e LPI em Atibaia e outro com residência em Curitiba (PR) e LPI em Itariri.

Em relação à ocorrência de Febre Amarela em Primatas Não Humanos (PNH), a partir de Julho de 2016, tivemos notificações em 255 municípios e, desses, 67 confirmaram a circulação do vírus (Figura 2)

Figura 2. Distribuição de Primatas Não Humanos Notificados segundo município de ocorrência e classificação. Estado de São Paulo, 2017-2018







terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Situação Epidemiológica da Febre Amarela no estado de São Paulo

FONTE: Boletim Epidemiológico
CVE/CCD/SES-SP
05/02/2018


Desde  janeiro  de  2017 foram  reportados 501 casos  suspeitos de febre amarela,  sendo 195 (45,3 %) casos confirmados; dos casos confirmados, 161 autóctones (82,6%) e 32 importados (16,4%).
Dos 161 casos  autóctones, 59  evoluíram  para o óbito, com letalidade  de 36,6%. A maioria dos casos é do sexo masculino (82,6 %) e a mediana da idade é de 43,4 anos (2–89 anos).

Em relação à distribuição geográfica, no período de julho de 2017 até o momento, todos os casos ocorreram com local provável de infecção em municípios do GVE Campinas, GVE de Osasco, GVE de Sorocaba e da Grande São Paulo (Figura 1).

Figura 1. Distribuição dos casos de febre amarela autóctones segundo município de infecção. Estado de São Paulo, 2017-2018




Foram confirmados 31 casos importados, todos com local provável de infecção em Minas Gerais; a partir da semana epidemiológica 1 de 2018, também foram confirmados um caso com residência em Poço Fundo (MG) e outro em Gaspar (SC), ambos com local provável de infecção em Mairiporã (SP) (Gráfico 1).

Gráfico 1. Distribuição dos casos e óbitos de febre amarela (autóctones e importados) segundo Semana Epidemiológica. Estado de São Paulo, 2017-2018

 


Em relação à ocorrência de Febre Amarela em Primatas Não Humanos (PNH), a partir de Julho de 2016, tivemos notificações em 253 municípios e, desses, 58 confirmaram a circulação do vírus (Figura 2).

Figura 2. Distribuição de PNH notificados segundo município de ocorrência e classificação. Estado de São Paulo, 2017-2018

FONTE:

http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-de-transmissao-por-vetores-e-zoonoses/doc/famarela/fa18_boletim_epid_0502.pdf




terça-feira, 30 de janeiro de 2018


Efeitos adversos da vacina contra dengue e novas tecnologias


Duas novas vacinas contra dengue estão em fase final de desenvolvimento, uma produzida pelo Instituto Butantan (TV003 TV005) e outra produzida pela Takeda Pharmaceuticals (TAK-003); ambas em parceria com os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH). Procuram-se alternativas mais seguras de vacina.

A Sanofi-Aventis revelou em novembro de 2017 que a Dengvaxia, a primeira vacina produzida contra dengue no mundo, poderia aumentar o risco de doença grave em indivíduos nunca expostos ao vírus. Essa notícia provocou tumulto nas Filipinas, onde mais de 800 mil crianças foram vacinadas.



terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Situação Epidemiológica da Febre Amarela no estado de São Paulo

FONTE: Boletim Epidemiológico
CVE/CCD/SES-SP
22/01/201


Desde janeiro de 2017 foram reportados 250 casos suspeitos de Febre Amarela no estado de São Paulo,sendo 111 (44,4%) casos confirmados; dos casos confirmados, 80 autóctones (72,1%) e 30 importados (27,0%).

Em relação aos 80 casos autóctones, 35 evoluíram para o óbito, com letalidade de 43,7%. A maioria dos casos é do sexo masculino (86,2 %) e a mediana da idade é de 47,2 anos (2– 89 anos).

Em   relação   à   distribuição   geográfica, nove casos   ocorreram em áreas com recomendação de  vacina  contra  Febre  Amarela e 71 casos em  áreas sem  recomendação,  com  aumento  do número de  casos a  partir da semana epidemiológica (SE)  11, quando  a transmissão atinge  a Regional de  Saúde de Campinas. A  partir  da SE 38 foram confirmados casos com local provável de infecção  os
municípios  de  Itatiba,  Jundiaí, Mairiporã, Nazaré Paulista  e Caieiras
(Figura 1 e Gráfico 1).

Figura 1. Distribuição dos casos de Febre Amarela autóctones segundo município de infecção. Estado de São Paulo, 2017-2018

 

Gráfico 1. Distribuição dos casos e óbitos de Febre Amarela autóctone segundo Semana Epidemiológica. Estado de São Paulo, 2017-2018



Em relação aos casos importados, foram confirmados 30 casos, todos com local provável de infecção em Minas Gerais; também foi confirmado um caso com residência em Poço Fundo (MG) e local provável de infecção Mairiporã (SP).

Em relaçãà ocorrência de Febre Amarela em Primatas Não Humanos (PNH), a partir de Julho de 2016, tivemos notificações em 253 municípios e, desses, 55 confirmaram a circulação do vírus (Figura 2)

Figura 2. Distribuição de PNH notificados segundo município de ocorrênciae classificação. Estado de São Paulo, 2017-2018




FONTE: http://www.saude.sp.gov.br/resources/cve-centro-de-vigilancia-epidemiologica/areas-de-vigilancia/doencas-de-transmissao-por-vetores-e-zoonoses/doc/famarela/fa18_boletim_epid_2201.pdf

sábado, 6 de janeiro de 2018


Confirmados três casos de febre amarela na Grande São Paulo

FONTE: Fabiana Cambricoli, O Estado de S. Paulo
A Secretaria da Saúde de São Paulo confirmou nesta sexta-feira, 5, pelo menos três casos de febre amarela registrados na região metropolitana de São Paulo. Dois pacientes morreram e uma está internada no Hospital das Clínicas, na capital. No último balanço da pasta, com casos reportados em 2017, não havia registro de infecções na Grande São Paulo. Os anteriores haviam sido relatados no interior paulista. O local provável de infecção foi Mairiporã.
Uma das infectadas, a engenheira Gabriela dos Santos Silva, de 27 anos, é moradora da zona oeste de São Paulo, mas esteve em região de mata em Mairiporã no fim do ano para trabalhar em uma obra. Ela não havia se vacinado. Segundo parentes, ela começou a apresentar os sintomas em 20 de dezembro, foi inicialmente diagnosticada com dengue e, após uma semana, apresentou piora, sendo internada em um hospital privado. Evoluiu com hepatite fulminante, sendo submetida a transplante de fígado no Hospital das Clínicas de São Paulo, no dia 28 de dezembro. O procedimento é inédito em casos de febre amarela.



BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO FEBRE AMARELA – 2017

Situação Epidemiológica

No período de janeiro até a segunda quinzena de dezembro, houve 151 casos suspeitos de Febre Amarela no estado de São Paulo, sendo 53 (35,1%) casos confirmados; dos casos confirmados, 24 autóctones (45,2%) e 29 importados (54,8%).

Em relação aos 24 casos autóctones, dez evoluíram para o óbito, com letalidade de 41,7%. A maioria dos casos é do sexo masculino (91,7%) e a mediana da idade é de 51,5 anos (2 – 76 anos).

Em relação à distribuição geográfica, sete casos ocorreram em área com recomendação de vacina contra Febre Amarela e 15 casos em área sem recomendação (Tabela 1 e Figura 1), com aumento do número de casos a partir da semana epidemiológica (SE) 11, quando a transmissão atinge a Regional de Saúde de Campinas. A partir da SE 19, não houve notificação de casos, porém nas SE 38, 40 e 47 houve três casos positivos: dois em Itatiba e um em Jundiaí.

Tabela 1 - Distribuição dos casos, óbitos e letalidade de Febre Amarela autóctones segundo município de infecção. Estado de São Paulo, 2017

Fonte: Sinan; CVE/CCD/SES-SP
Atualizado em 29/12/2017
  

Figura 1. Distribuição dos casos de Febre Amarela autóctones segundo município de infecção. Estado de São Paulo, 2017

Fonte: Sinan; CVE/CCD/SES-SP

Em relação aos casos importados, foram confirmados 29 casos, todos com local provável de infecção em Minas Gerais. Os casos se concentram nas primeiras semanas epidemiológicas do ano.

Em relação à ocorrência de Febre Amarela em Primatas Não Humanos (PNH), em 2017, tivemos notificações em 238 municípios e, desses, 40 confirmaram a circulação do vírus (Figura 2).

Figura 2. Distribuição de PNH notificados segundo município de ocorrência e classificação. Estado de São Paulo, 2017. 

Fonte: Sinan; CVE/CCD/SES-SP