domingo, 20 de setembro de 2026

 

UFSCar no 15° Congresso Paulista de Infectologia

Diretoria da SPI na Cerimonia de Encerramento

Diretoria da SPI
(Da esquerda para a direita) Presidente Dr. Paulo Abrão (UNIFESP); Primeira Secretária Dra. Sigrid de Sousa dos Santos (UFSCar); Coordenador de Divulgação Dr. Eduardo Medeiros (UNIFESP); Segunda secretária Dra. Ana Paula Rocha Veiga (IIER); Segunda tesoureira Dra. Raquel Stucchi (UNICAMP); Primeira tesoureira Dra. Thaís Guimarães (HSPE e HCFMUSP); Vice-presidente Dr. Rodrigo Santana (FMUSP - RP); Secretária administrativa da SPI Sandra Steve

Diretoria SPI
Diretoria da SPI

Palestra Anton Pozniak ( International AIDS Society)

Velha Guarda FMUSP

Dra. Sigrid de Sousa dos Santos (UFSCar); Dra Anna Silva Machado (PUC Campinas); Dra Elisa Mendes (Unicamp)

Dra. Sigrid de Sousa dos Santos (UFSCar); Dra Anna Silva Machado (PUC Campinas); Dra Elisa Mendes (Unicamp); Dra. Raquel Stucchi (UNICAMP)

Sessão Criativa "Meu artigo preferido no último ano sobre imunização"
Dra. Sigrid de Sousa dos Santos (UFSCar) e Dr Marco Aurélio Palazzi Sáfadi (Santa Casa de São Paulo)

Sessão Criativa

Sessão Criativa

Sessão Criativa

Sessão Criativa

Mesa Redonda: Construindo uma jornada mais segura para o paciente em uso de imunobiológicos)

Mesa Redonda: Construindo uma jornada mais segura para o paciente em uso de imunobiológicos. Palestra Dra Ana Paula Rocha Veiga: Orientações para Viagens de Risco

Mesa Redonda: Construindo uma jornada mais segura para o paciente em uso de imunobiológicos. Palestra Prof Sigrid De Sousa Santos: Avaliação de risco e conduta antes do inicio do imunobiológico


Mesa Redonda: Construindo uma jornada mais segura para o paciente em uso de imunobiológicos.



Mesa Redonda: Construindo uma jornada mais segura para o paciente em uso de imunobiológicos.

Mesa Redonda: Construindo uma jornada mais segura para o paciente em uso de imunobiológicos.

Mesa Redonda: Construindo uma jornada mais segura para o paciente em uso de imunobiológicos.


Mesa Redonda: Construindo uma jornada mais segura para o paciente em uso de imunobiológicos.


Mesa Redonda: Construindo uma jornada mais segura para o paciente em uso de imunobiológicos.

Mesa Redonda: Construindo uma jornada mais segura para o paciente em uso de imunobiológicos.


Prof Sigrid De Sousa Santos; Dra Mariana Pereira Bataline (Médica Infectologista pela FMUSP, egressa da primeira turma de Medicina da UFSCar); Dra Raphaella Goulart de Souza Vieira (Médica Infectologista pela FMUSP)

Prof Sigrid De Sousa Santos; Dra Mariana Pereira Bataline

Prof Felipe Santos Carvalho; Prof Sigrid De Sousa Santos e Guilherme Henrique Purchatti (UFSCar)


Prof Felipe Santos Carvalho; Prof Sigrid De Sousa Santos e Guilherme Henrique Purchatti (UFSCar)


Prof Sigrid De Sousa Santos; Guilherme de Oliveira Alves (Residencia de infectologia na FMB-UNESP, egresso DMed UFSCar); Guilherme Henrique Purchatti, e Prof Felipe Santos Carvalho (UFSCar)

Guilherme Henrique Purchatti (5° ano Med UFSCar)

Guilherme Henrique Purchatti (5° ano Med UFSCar)




domingo, 9 de agosto de 2026

LEITURA RECOMENDADA | HIV

 

Do ciclo replicativo à terapia antirretroviral

O New England Journal of Medicine publicou recentemente uma excelente revisão sobre terapia antirretroviral, de autoria de Roy M. Gulick.

Além de revisar as principais classes de antirretrovirais e as estratégias atuais de tratamento, o artigo apresenta de forma particularmente didática a relação entre o ciclo replicativo do HIV e os diferentes alvos farmacológicos.

Para estudantes e profissionais que desejam revisar os fundamentos da infecção pelo HIV e compreender como o conhecimento da biologia viral se traduz em tratamento, é uma leitura especialmente recomendada.

📖 Leia o artigo: Gulick RM. Antiretroviral Therapy. N Engl J Med. 2026;395:374–387.
DOI: 10.1056/NEJMra2511692

🔗 Acesse o texto completo no NEJM: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMra2511692

📱 Veja também o post do NEJM no Instagram:

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

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Janeiro Roxo: mês de conscientização sobre a hanseníase

Gabriel Soares Ruas - LINFU-UFSCar

A hanseníase é uma doença antiga, mas ainda muito presente. Silenciosa, ela pode causar manchas na pele, formigamento, dormência e perda de sensibilidade — sinais que muitas vezes passam despercebidos ou são ignorados.


👉 Toda lesão de pele é um alerta.

Se houver alteração de sensibilidade, dormência ou fraqueza nas mãos e pés, é fundamental investigar. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de cura e menores as sequelas.


A hanseníase tem tratamento gratuito pelo SUS e tem cura. Após o início do tratamento, a pessoa deixa de transmitir a doença. O maior desafio ainda é o diagnóstico tardio, que pode levar a incapacidades físicas evitáveis.


🧠 Informação também é cuidado.

Combater o estigma, orientar a população e estimular a busca por atendimento são passos essenciais para interromper a transmissão e reduzir o impacto da doença.


Na dúvida, procure uma unidade de saúde!


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