UFSCar no 15° Congresso Paulista de Infectologia




O New England Journal of Medicine publicou recentemente uma excelente revisão sobre terapia antirretroviral, de autoria de Roy M. Gulick.
Além de revisar as principais classes de antirretrovirais e as estratégias atuais de tratamento, o artigo apresenta de forma particularmente didática a relação entre o ciclo replicativo do HIV e os diferentes alvos farmacológicos.
Para estudantes e profissionais que desejam revisar os fundamentos da infecção pelo HIV e compreender como o conhecimento da biologia viral se traduz em tratamento, é uma leitura especialmente recomendada.
📖 Leia o artigo: Gulick RM. Antiretroviral Therapy. N Engl J Med. 2026;395:374–387.
DOI: 10.1056/NEJMra2511692
🔗 Acesse o texto completo no NEJM: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMra2511692
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Gabriel Soares Ruas - LINFU-UFSCar
A hanseníase é uma doença antiga, mas ainda muito presente. Silenciosa, ela pode causar manchas na pele, formigamento, dormência e perda de sensibilidade — sinais que muitas vezes passam despercebidos ou são ignorados.
👉 Toda lesão de pele é um alerta.
Se houver alteração de sensibilidade, dormência ou fraqueza nas mãos e pés, é fundamental investigar. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de cura e menores as sequelas.
A hanseníase tem tratamento gratuito pelo SUS e tem cura. Após o início do tratamento, a pessoa deixa de transmitir a doença. O maior desafio ainda é o diagnóstico tardio, que pode levar a incapacidades físicas evitáveis.
🧠 Informação também é cuidado.
Combater o estigma, orientar a população e estimular a busca por atendimento são passos essenciais para interromper a transmissão e reduzir o impacto da doença.
Na dúvida, procure uma unidade de saúde!
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