quinta-feira, 13 de julho de 2017

Palestra

Diagnóstico, Epidemiologia e Prevenção das Hepatites Virais

Professora Doutora Silvana Gama Florêncio Chachá 

26/07/2017 19:00 h

Sesc São Carlos


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Anvisa Registra Primeiro Teste de Farmácia para Diagnóstico de Infecção por HIV


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) registrou em 15/05 o primeiro autoteste para diagnóstico de infecção por HIV no Brasil. O nome do teste é ACTION, sendo comercializado pela empresa Orangelife. O produto será destinado ao público leigo e poderá ser vendidos em farmácias. 

Para a realização do teste, a pessoa deverá furar a ponta do dedo com uma lanceta, semelhante à utilizada para teste de glicose em diabéticos. A gota de sangue é colhida com a ajuda de um capilar (tubo fininho) e colocada no dispositivo do teste. A seguir deverão ser adicionadas três gotas de solução tampão. O resultado deve ser lido em 10 minutos (máximo 20 minutos).

 Figura 1 - Imagem ilustrativa da coleta de sangue



Para que o teste seja válido, deverá aparecer uma banda de controle de qualidade (C). Caso o resultado seja reagente (positivo), haverá a formação de outra banda, a banda teste (T). Se não houver formação de nenhuma banda, o teste não é válido.

O teste é capaz de identificar a infecção por HIV depois de 30 dias da contaminação, ou seja, não avalia exposição muito recente. Em caso de exposição recente e teste não reagente (negativo), deve-se repetr o teste após 30 dias.

Em caso de resultado reagente (positivo), deve-e confirmar o resultado com teste realizado em serviço de saúde.

Figura 2 - Imagem ilustrativa de teste reagente (positivo):


Figura 3 - Imagem ilustrativa de teste não reagente (negativo):



sexta-feira, 23 de junho de 2017

CAMPANHA DE VACINAÇÃO
Ministério da Saúde Amplia a cobertura da vacina contra HPV para meninos entre 11 a 15 anos incompletos



quarta-feira, 21 de junho de 2017


Vigilância Epidemiológica de Síndrome Respiratória Aguda Grave por vírus da Gripe no Estado de São Paulo


A partir da primeira semana epidemiológica de 2017 foram notificados 2.327 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave no Estado de São Paulo, incluindo 263 óbitos. A partir da décima semana observou-se uma maior notificação de casos, bem como de casos confirmados por vírus da gripe (Figura 1).
No período foram processadas 1.759 (75,6%) amostras, sendo 315 (17,9%) positivas para o vírus da gripe, incluindo 54 (17,1%) óbitos. O vírus influenza A (H3N2) foi o mais frequente (54%) (vírus da gripe comum), seguido de influenza B (17%), influenza A (não subtipado) (20%) e influenza A (H1N1)pdm09 (9%).
Em relação ao uso de antiviral, 86% dos indivíduos acometidos foram tratados. Entre aqueles que evoluíram para o óbito, a maioria recebeu tratamento (67%), porém em 86% deles, o início do tratamento foi iniciado após 48 horas do início dos sintomas.
As principais comorbidades apresentadas pelos indivíduos que evoluíram para óbito foram: doença cardiovascular crônica (49%), diabetes mellitus (46%), doença pulmonar crônica (29%) e obesidade (14%).
Em relação à situação vacinal, 238 (76%) dos casos e 35 (65%) dos óbitos possuíam informação registrada. De todos os indivíduos com Síndrome Respiratória Aguda Grave, a maioria absoluta não recebeu vacinação, sendo que 38% dos casos e 26% dos óbitos eram previamente vacinados.
As estirpes de vírus da gripe responsáveis por esses casos graves de Síndrome Respiratória Aguda Grave no Estado de São Paulo estão contempladas na composição da vacina recomendada para o Hemisfério Sul, temporada de 2017.





domingo, 18 de junho de 2017

Oficina clínico-microbiológica I

No dia 19/05/2017 foi realizada a Oficina Clínico-Microbiológica I, com a participação dos professores Clóvis Wesley O. de Souza, Sigrid De Sousa dos Santos, Lucimar Retto da Silva de Avó, Profª Cristina Helena Bruno e com o apoio da biomédica do HU-UFSCar Renata dos Santos Batista Reis Woloszynek. Mais um evento de sucessoda da Liga de Infectologia da UFSCar.











Abaixo o resultados das culturas realizadas durante a oficina

Swab Nasal


Urocultura



quarta-feira, 17 de maio de 2017


Novo surto de Ebola na República Democrática do Congo anunciado pela OMS


O surto teve início a em região florestal da província Baixo Uele (Bas-Uele) da República Democrática do Congo, perto da fronteira com a República Centro-Africana (mapa). Trata-se de área de difícil acesso e comunicação.


O primeiro caso ocorreu em 22 de abril em um homem de 45 anos. Ele foi transportado de táxi para o hospital e estava morto na chegada. O motorista também adoeceu e mais tarde morreu. Uma terceira pessoa que cuidou do primeiro caso também ficou doente e morreu posteriormente. Atualmente, estão sendo seguidos 25 contatos do segundo paciente que morreu. Dos casos e óbitos, 1 foi testado com PCR-positivo para o vírus Ebola.
Mais de 11.000 pessoas morreram no surto de Ebola na África Ocidental em 2014-2015, principalmente na Guiné, na Serra Leoa e na Libéria.

domingo, 26 de março de 2017




País registra queda nos casos de dengue, chikungunya e zika

Os casos de dengue, chikungunya e zika registraram queda nos três primeiros meses de 2017 em comparação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o boletim do Ministério da Saúde, as notificações de dengue tiveram redução de 89,8%; chikungunya, 76,3%; e zika, 97,6%. Os dados fazem parte da pesquisa realizada do início do ano até o dia 18 de fevereiro.
De acordo com o Ministério da Saúde, também houve queda expressiva no número de óbitos com dengue, passando de 221, no primeiro trimestre em 2016, para 5 no mesmo período em 2017. Os casos graves da doença chegaram a 91% a menos que 2016.
A Região Sudeste registrou o maior número de casos prováveis (18.660 – 38,7%) em relação ao total do País, seguida das Regiões Nordeste (9.655 casos – 20,0%), Centro-Oeste (9.169 casos – 19,0%), Norte (7.447 casos – 15,5%) e Sul (3.246 casos – 6,7%).
Chikungunya
Até 18 de fevereiro, foram registrados 10.294 casos de febre chikungunya no País, o que representa uma taxa de incidência de 5,0 casos para cada 100 mil habitantes. A redução é de 76,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 43.567 casos. A taxa de incidência no mesmo período de 2016 foi de 21,1.
Zika
Foram registrados 1.653 casos de zika no País. Redução de 97,6% em relação a 2016, com 30.683 casos no mesmo período. A análise da taxa de casos prováveis mostra uma baixa incidência em todas as regiões geográficas até o momento.
Em relação às gestantes, foram registrados 286 casos prováveis, sendo 30 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial. Não houve registro de óbitos por zika em 2017.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde.