quarta-feira, 28 de dezembro de 2022
segunda-feira, 12 de dezembro de 2022
Campanha pelo Dia Mundial da Luta contra a Aids
VIDEO de ORIENTAÇÃO
Prevenção combinada de infecção por HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis
segunda-feira, 28 de novembro de 2022
Campanha pelo Dia Mundial da Luta contra Aids
sábado, 29 de outubro de 2022
Aciepe sobre análise de dados da pandemia usando o R recebe inscrições
segunda-feira, 19 de setembro de 2022
Segurança da vacina contra coronavírus-19 em pessoas vivendo com HIV/AIDS
S. De Sousa dos Santos * (1), C. Martins Ruggiero (2), D.M. Falcão de Oliveira (2), S. Saad Guarda (1), M. Martins de Andrade (1), C. Toniolo Zenatti (2), C.A. Antonio Mestre (3)
sexta-feira, 26 de agosto de 2022
Monkeypox entre parceiros heterossexuais casuais na Nigéria
sexta-feira, 19 de agosto de 2022
Monkeypox
Monkeypox é uma doença zoonótica endêmica na África. Há dois principais grupos genéticos (clados), o Central, mais concentrado na República Democrática do Congo, e o Ocidental. Desde setembro de 2017, a Nigéria tem experimentado surto de monkeypox humana (clado ocidental), com um 446 casos e oito mortes. Em maio de 2022, uma família desenvolveu a doença em Manchester, Reino Unido, após voltar da Nigéria, com sequencia temporal que sugere transmissão interhumana.
Desde então foram notificados 32.760 casos confirmados laboratorialmente e 138 casos prováveis de monkeypox no mundo, incluindo 12 óbitos. Esses óbitos estão distribuídos em sete países: Nigéria (4), República Centro-Africana (2), Espanha (2), Gana (1), Brasil (1), Equador (1) e Índia (1).
O número global semanal de novos casos notificados aumentou 19,3% na semana de 31 de julho a 6 de agosto (semana epidemiológica 30), em comparação à semana anterior, de 24 a 30 de julho (n = 5.213 casos). A maioria dos casos notificados nas últimas quatro semanas foi notificada nas Regiões Europeia (49,8%) e Américas (49,0%).
Os dez países com o maior número de casos confirmados são: Estados Unidos da América (n = 9.460), Espanha (n = 5.270), Alemanha (n = 3.025), Reino Unido (n = 3.017), França (n = 2.601), Brasil (n = 2.219), Canadá (n = 1.008), Holanda (n = 959), Portugal (n = 710) e Itália (n = 599). Esses países respondem a 88,7% dos casos notificados no mundo.
No Brasil, até a semana de 31 de julho a 6 de agosto foram registradas 4.651 notificações, das quais 2.169 (46,6%) foram classificados como confirmados e 50 (1,1%) como prováveis. O maior registro de casos confirmados e prováveis está no estado de São Paulo, com 71,1% dos casos, seguido do Rio de Janeiro, com 13,0%. Ainda, 160 municípios brasileiros registraram pelo menos um caso confirmado, sendo o município de São Paulo (n = 1.260), do Rio de Janeiro (n = 214) e Belo Horizonte (n = 55) os que tiveram maiores registros.


