quarta-feira, 17 de maio de 2017


Novo surto de Ebola na República Democrática do Congo anunciado pela OMS


O surto teve início a em região florestal da província Baixo Uele (Bas-Uele) da República Democrática do Congo, perto da fronteira com a República Centro-Africana (mapa). Trata-se de área de difícil acesso e comunicação.


O primeiro caso ocorreu em 22 de abril em um homem de 45 anos. Ele foi transportado de táxi para o hospital e estava morto na chegada. O motorista também adoeceu e mais tarde morreu. Uma terceira pessoa que cuidou do primeiro caso também ficou doente e morreu posteriormente. Atualmente, estão sendo seguidos 25 contatos do segundo paciente que morreu. Dos casos e óbitos, 1 foi testado com PCR-positivo para o vírus Ebola.
Mais de 11.000 pessoas morreram no surto de Ebola na África Ocidental em 2014-2015, principalmente na Guiné, na Serra Leoa e na Libéria.

domingo, 26 de março de 2017




País registra queda nos casos de dengue, chikungunya e zika

Os casos de dengue, chikungunya e zika registraram queda nos três primeiros meses de 2017 em comparação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o boletim do Ministério da Saúde, as notificações de dengue tiveram redução de 89,8%; chikungunya, 76,3%; e zika, 97,6%. Os dados fazem parte da pesquisa realizada do início do ano até o dia 18 de fevereiro.
De acordo com o Ministério da Saúde, também houve queda expressiva no número de óbitos com dengue, passando de 221, no primeiro trimestre em 2016, para 5 no mesmo período em 2017. Os casos graves da doença chegaram a 91% a menos que 2016.
A Região Sudeste registrou o maior número de casos prováveis (18.660 – 38,7%) em relação ao total do País, seguida das Regiões Nordeste (9.655 casos – 20,0%), Centro-Oeste (9.169 casos – 19,0%), Norte (7.447 casos – 15,5%) e Sul (3.246 casos – 6,7%).
Chikungunya
Até 18 de fevereiro, foram registrados 10.294 casos de febre chikungunya no País, o que representa uma taxa de incidência de 5,0 casos para cada 100 mil habitantes. A redução é de 76,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 43.567 casos. A taxa de incidência no mesmo período de 2016 foi de 21,1.
Zika
Foram registrados 1.653 casos de zika no País. Redução de 97,6% em relação a 2016, com 30.683 casos no mesmo período. A análise da taxa de casos prováveis mostra uma baixa incidência em todas as regiões geográficas até o momento.
Em relação às gestantes, foram registrados 286 casos prováveis, sendo 30 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial. Não houve registro de óbitos por zika em 2017.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde.



segunda-feira, 13 de março de 2017

Dengue, Febre Zika e Chikungunya

Discussão clínica e palestra abertas

14/03/2017

Sigrid De Sousa dos Santos

Departamento de Medicina - UFSCar


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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

UFSCar vacinará calouros contra a febre amarela

 

 
Nos dias 20 e 21 de março - dias da confirmação das matrículas dos calouros - a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), por meio do Departamento de Atenção à Saúde (DeAS), que faz parte da Pró-reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (ProACE), realizará a vacinação contra a febre amarela aos calouros que não estiverem com as carteiras de vacinação atualizadas de acordo com o calendário vacinal do Centro de Vigilância Epidemiológicas Alexandre Vranjac (CVE- Secretaria da Saúde).

As vacinas serão aplicadas na Universidade pelo DeAS, em parceria com o Centro de Vigilância Sanitária de São Carlos (VIGEP), na área externa da Biblioteca Comunitária (BCo) no Campus São Carlos. Lembrando que a vacinação será somente para a febre amarela.

A carteira de vacinação dos ingressantes nos cursos da UFSCar passou a fazer parte dos documentos de matrícula em 2015. Além disso, paralelamente, foram realizadas ações durante o acolhimento dos alunos indígenas e do Programa de Alunos-Convênio de Graduação (PEC-G), com orientações sobre saúde e situação vacinal. Em 2016, por exemplo, foram analisadas 1685 carteiras no campus São Carlos. Destas, 1315 estavam incompletas e 370 completas. Dos alunos com carteiras incompletas as vacinas faltantes foram: 884 contra febre amarela; 350 dupla adulta; 290 contra hepatite B e 748 tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola).

Essas carteiras foram devolvidas em sala de aula aos alunos após serem analisadas. No ato, eles foram orientados para atualizarem as carteiras nos postos de saúde. "Na orientação aos acadêmicos destacamos a importância de estar com a vacinação em dia, uma vez que estarão em contato com pessoas vindas de várias regiões do Brasil e do mundo e morando em espaços compartilhados, o que propicia a transmissão de doenças", disse a enfermeira do DeAs, Marta Cury.

Neste ano, nos dias de pedido de matrícula (que aconteceram em 3, 6 e 7 de fevereiro), o DeAs esteve com um estande montado no Campus São Carlos para orientar os novos universitários para que deixem em dia a sua carteira de vacinação contra a Febre Amarela. Eles foram orientados, também, sobre a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

FONTE: http://www2.ufscar.br/noticia?codigo=9344

sábado, 28 de janeiro de 2017

Controle da Febre Amarela
Sigrid De Sousa dos Santos

  Entrevista à EPTVsobre ações do poder público para controle da febre amarela, disponível no link: Ações do poder público para controle da febre amarela

sábado, 14 de janeiro de 2017

Recomendações para vacinação contra febre amarela

CVE-SES-SP
No estado de São Paulo, o Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” recomenda vacinação contra Febre Amarela, com pelo menos dez dias de antecedência, prioritariamente para indivíduos a partir de 9 meses de idade, residentes ou que se dirijam especialmente para áreas ribeirinhas e de mata dos municípios da região de Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Araçatuba, Jales, São José do Rio Preto, Barretos, Franca, Ribeirão Preto, Araraquara, Bauru, Marília, Assis, Botucatu, Itapeva, São João da Boa Vista e parte da região de Sorocaba (ver mapa e a lista dos municípios). 

No Brasil, o Ministério da Saúde também recomenda vacinação contra febre amarela, com pelo menos dez dias de antecedência, a partir de 9 meses de idade aos indivíduos que se deslocam para as áreas de risco, áreas com ocorrência de casos humanos, vetores silvestres e epizootias confirmadas (morte de primatas não humanos) por febre amarela, assim como adeptos do ecoturismo ou turismo rural e trabalhadores que adentram as matas da região. 

No Brasil, há uma extensa área de recomendação para vacinação contra febre amarela incluindo o Distrito Federal e vários Estados (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão e Minas Gerais), bem como parte dos estados da Bahia, Piauí, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A vacina é contraindicada em grupos com condições especiais:
• crianças menores de seis meses.
• portadores de imunodeficiência congênita ou adquirida, neoplasia maligna.
• pacientes infectados pelo vírus HIV com alteração imunológica
• pacientes em terapêutica imunodepressora: quimioterapia, radioterapia, corticoide em doses elevadas (equivalente a prednisona na dose de 2mg/kg/dia ou mais para crianças, ou 20 mg/dia ou mais, para adultos, por mais de duas semanas). 
• gestantes, salvo em situações de alto risco de exposição, deverá ser analisada caso a caso. 
• pessoas com história de uma ou mais das seguintes manifestações anafiláticas após dose anterior da vacina ou após ingestão de ovo: urticária, sibilos, laringoespasmo, edema de lábios, hipotensão, choque nas primeiras duas horas.

Situações em que se recomenda o adiamento da vacinação 
• até três meses após o tratamento com imunodepressores ou com corticoides em dose elevada. 
• vigência de doenças febris graves, sobretudo para que seus sinais e sintomas não sejam atribuídos ou mesmo confundidos com os possíveis eventos da vacina. 
• adiar a vacinação contra febre amarela, para as mães que estão amamentando bebês até que a criança complete 6 meses de idade.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Calendário Nacional de Vacinação 2017

a)Vacina HPVQuadrivalente
 O Ministério da Saúde passa a disponibilizar a vacina HPV quadrivalente para a população masculina de 12 a 13 anos de idade. Os homens de 14 a 26 anos de idade vivendo com HIV/Aids também passarão a ser contemplados pela vacinação contra o HPV, bem como as meninas de 9 a 14 anos de idade.

b) Vacina meningocócica C (conjugada)
O Ministério da Saúde passa a disponibilizara vacina meningocócica C conjugada paraadolescentes de 12 a 13 anos.

c) Vacina tríplice viral e varicela
O Ministério da Saúde passa a disponibilizar duas doses de vacina tríplice viral (sarampo,caxumba e rubéola) para pessoas de 12 meses até 29 anos de idade e uma dose da vacina varicela (atenuada) para crianças até quatro anos de idade.

d)Vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) tipo adulto -dTpa
O Ministério da Saúde passa a disponibilizar a Vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) tipo adulto –dTpa para asgestantes a partir da 20ª semana de gestação.

e)Vacina Hepatite A
O Ministério da Saúde passa a disponibilizar a vacina hepatite A para crianças até 4 anos de idade.

Nota informativa completa e bibliografia pertinentes disponíveis em: http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2016/dezembro/28/Nota-Informativa-384-Calendario-Nacional-de-Vacinacao-2017.pdf

Calendário